
Naquele fim de tarde, naquele local, olhava o mar.
Sozinho, indiferente a tudo o que me rodeava, a todos os que me eram próximos, indiferente ao futuro, prisioneiro do destino que tinha construído para mim.
Seria inevitável esta realidade? Estaria irremediavelmente perdido?
Nem eu sabia a resposta para estas perguntas, na realidade nem as colocava, pelo menos não conscientemente.
O sol pousou no mar, com ele foi-se o dia e as minhas interrogações também.
Amanhã é outro dia. Novinho a estrear.
MPSPM
Eu adorei os textos que li no seu blog! Escreves muito bem.
ResponderEliminarAbraço
Graziela
http://pontoconsciente.blogspot.com
Obrigado pela energia positiva.
ResponderEliminarAbraço